Ir. Goreth é membro da Companhia de Santa Teresa de Jesus, mais conhecida como congregação das irmãs teresianas. A presença da missão brasileira no Haiti é uma expressão da solidariedade da Igreja nesse período que se seguiu ao terremoto de 2010 e representa também uma ajuda eclesial na reconstrução do país. Estava presente na missa, a Ir. Márian Ambrosio, presidente nacional da CRB, além de outras irmãs que acompanhavam a nova missionária para o Haiti. A celebração também contou com a participação de assessores da CNBB. Dom Sergio Arthur Braschi, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária da CNBB, que presidiu a celebração, também enviou carta de apresentação da religiosa ao arcebispo metropolitano de Por-auPrince, dom Guire Poulard e ao Pe. Pierre Garroud, presidente da Conferência dos Religiosos do Haiti. Na carta, dom Braschi reafirma o propósito da missão brasileira: “o objetivo é o de ser presença solidária, acolhedora e evangélica no Haiti, inserindo-se conscientemente na reconstrução e na vigilância por condições dignas para a população pobre. Conhecendo a resistência e o potencial deste povo, o Projeto quer ter como primeiros sujeitos ativos os próprios haitianos, com ações continuadas e efetivas junto a população”. Fonte: CNBB/ssvpbrasil.org.br |
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
CNBB e CRB enviam missionária para o Haiti
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
CONSEP estuda mapa das religiões no Brasil
Os dados do IBGE sobre religiões divulgados no final do mês de junho continuam a ser objeto de reflexão dos bispos e da Igreja. Os católicos eram 124.976.912 em 2000 e caíram para 123.280.173 em 2010, portanto, uma queda de 1,4%. Contando com a ajuda do padre jesuíta, Thierry Linard de Guertechin, diretor do IBRADES, os bispos puderam aprofundar o significado mais profundo desses números. Buscaram compreender as causas e continuaram a levantar desafios. Vários participantes do debate que conta também com os assessores das Comissões Episcopais e dos Organismos ligados à CNBB consideram que a discussão merece maiores aprofundamentos e, ainda que existam causas já conhecidas como o acompanhamento da Igreja ao movimento migratório, há razões mais complexas que motivam o novo quadro religioso brasileiro.
O padre Thierry esclareceu a situação bastante comum nos debates sobre o assunto em várias partes do país, especialmente nos ambientes da Igreja. Há quem se queixe de que não foi entrevistado pelo IBGE como se esse fato fosse colocar em dúvida a seriedade das estatísticas. Ele disse que desde os anos de 1960, depois do questionário básico que á aplicado à população geral, uma amostragem de menor percentual recebe questionários mais amplos e consideram temas específicos como o das religiões. Deste modo, não é porque não se verifica ampla investigação pelas entrevistas do Censo que faltaria base para os dados divulgados. A coleta de informações mais detalhadas respeita amostragens bem menor em relação à totalidade da população.
Dom João Carlos Petrini, bispo de Camaçari (BA), lembrou, por exemplo, que a secularização é fortemente responsável pelo fato de que os entrevistados não se declaram católicos mesmo quando são batizados e não têm vivencia nas comunidades deixando as pessoas vulneráveis a outras propostas religiosas”. Em outros tempos, a cultura católica estava mais arraigada na forma de compreender a vida e no convívio da sociedade. O padre Thierry considera importante levar em conta o que, atualmente, tem se compreendido como “mercado religioso”. Dom Guilherme Werlang, bispo de Ipameri (GO), destacou preocupação para que se considere os últimos dados divulgados sobre os modelos de famílias diferentes do conceito tradicional.
Análise de conjuntura
Os membros do CONSEP, no final da manhã desta terça-feira, acompanharam a apresentação de uma análise de conjuntura produzida por ampla equipe de especialistas composta por membros da assessoria de política da CNBB e colaboradores da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP). Coube a Pedro Gontijo, membro da CBJP, fazer a exposição da análise que contempla uma avaliação sobre o cenário internacional e nacional. Entre os fatos lembrados na análise, Gontijo falou da campanha pelo voto limpo realizada nesse período com a participação efetiva dos tribunais eleitorais. Em algumas regiões do país, comitês da sociedade civil tem participado desse esforço e, desse modo, percebe-se certa sinergia entre forças da sociedade civil e dos tribunais.
Vários outros aspectos foram considerados na análise. A respeito do processo do chamado “mensalão”, por exemplo, a análise mostra que há duas teses estão em jogo: a primeira que trata de corrupção propriamente e a segunda é de que várias movimentações supostamente verificadas seria movimento do que se costuma chamar de “caixa 2”. O que ocorre, então, nesse episódio da ação penal 470 é um julgamento sobre o sistema eleitoral brasileiro. Também ganhou destaque o histórico do “Grito dos excluídos” em vista da realização do próximo evento no dia 7 de setembro. Ele faz parte da articulação em torno da 5a Semana Social Brasileira que discute o papel do Estado. Registrou-se o encontro nacional das organizações do povo do campo que não recebeu a devida cobertura da imprensa. Neste encontro, um dos pontos de grande importância foi a discussão sobre a realização da reforma agrária no Brasil.
FONTE: CNBB/ssvpbrasil.org.br
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Na ausência do presidente, o vice pode assinar o mapa mensal?
A pergunta acima foi enviada ao Conselho Nacional do Brasil (CNB) por uma consócia da cidade de Piedade do Rio Grande (MG). Em resposta, o vice-presidente da Sociedade de São Vicente de Paulo, confrade Hélio Pinheiro, esclarece:
O Regulamento da SSVP no Brasil estabelece que o vice-presidente substitui o presidente em suas ausências.
No parágrafo 1º do artigo 25 está estipulado:
'Quando o Presidente, por qualquer motivo, não puder exercer suas funções, será substituído, primeiramente pelo Vice-presidente e, na sequência, pelos Secretários e/ou Tesoureiros'.
Então, minha cara consócia, no caso de mapa mensal, ou estatístico e ainda em outras funções, a ausência do Presidente não impede que a Sociedade tenha seu curso normal.
No parágrafo 1º do artigo 25 está estipulado:
'Quando o Presidente, por qualquer motivo, não puder exercer suas funções, será substituído, primeiramente pelo Vice-presidente e, na sequência, pelos Secretários e/ou Tesoureiros'.
Então, minha cara consócia, no caso de mapa mensal, ou estatístico e ainda em outras funções, a ausência do Presidente não impede que a Sociedade tenha seu curso normal.
FONTE: DA REDAÇÃO DO SSVPBRASIL
Baixe os subsídios para a Jornada Mundial da Juventude
Além de orações e reflexões, os subsídios contêm a história das 'Jornadas', além do perfil brasileiro, país que sediará o encontro em 2013. Você pode fazer download dos materiais gratuitamente no SSVPBRASIL. Para ter acesso ao subsídio dos jovens CLIQUE AQUI! Para ter acesso ao subsídio dos adultos CLIQUE AQUI! FONTE: DA REDAÇÃO DO SSVPBRASIL |
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Começam as inscrições da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013
Faltando menos de um ano para o início da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio de Janeiro, não são poucas as dúvidas que surgem de como participar do evento e como será o processo de inscrição. Com o objetivo de dar respostas precisas às perguntas que possam ter os jovens brasileiros e não brasileiros que pretendem vir ao Brasil, a Organização do evento mundial pôs a disposição um manual virtual com o qual eles poderão resolver todas as dúvidas quanto às inscrições para participar da jornada. Para isso basta acessar o site oficial do evento: www.rio2013.com. Este Manual de Inscrição de Peregrinos oferece, passo a passo, como levar a cabo uma inscrição.
Recordamos que as inscrições serão abertas nesta terça-feira, 28 de agosto. “A inscrição no portal oficial da JMJ Rio2013 representa uma pré-reserva. A confirmação da inscrição é o pagamento. O peregrino já pode optar pelo seu pacote e a JMJ está se organizando para acolhê-lo", disse a responsável do Setor de Inscrições da JMJ Rio 2013, irmã Maria Shaiane Machado.
Desde o último dia 31 de julho, está disponível online o Manual de Inscrições de Peregrinos. Nele estão todas as orientações necessárias para preparar da melhor forma o grupo. As inscrições serão feitas em grupo por meio de um responsável (chamado de “responsável pelo grupo”). Além desse, haverá um “segundo responsável”. Para grupos mistos, preferencialmente um responsável masculino e um feminino. Os valores têm variações, tanto da modalidade dos pacotes (que poderão ou não incluir alojamento e alimentação), quanto por classificação dos países. Para ajudar que peregrinos de países economicamente mais pobres possam participar das JMJs, eles são classificados nas classes A, B e C.
A classificação dos países e os tipos de pacotes definem os valores. Serão 21 tipos de pacotes com valores que variam de R$ 100,70 a R$ 577,60. Esses valores são válidos até 31 de janeiro de 2013, incluindo um desconto de 5%. Após esse período, as variações são de R$ 106,00 a R$ 608,00.
Os grupos deverão ter até 50 peregrinos, incluindo os responsáveis. Grupos maiores deverão ser divididos em subgrupos de até 50 pessoas, que poderão estar vinculados entre si por um grupo principal. A vinculação entre os grupos não garante que todos ficarão juntos. O alojamento oferecido pelo COL será por região linguística. Também outros fatores podem ser decisórios, como por exemplo, a distância dos pagamentos entre os grupos.
As inscrições serão realizadas exclusivamente online, através do portal oficial da Jornada - www.rio2013.com. "Incentivamos a todos que façam sua inscrição em grupo, que podem ser formados nas paróquias, comunidades, movimentos católicos, escolas, universidades", diz irmã Shaiane.
Os candidatos ao voluntariado que não forem selecionados deverão fazer a inscrição como peregrinos.
FONTE: RIO2013ssvpbrasil.org.br
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Bento XVI: Igreja precisa de leigos que sejam co-responsáveis da sua missão
A distinção ganhou nitidez ao longo dos séculos, mas no ano zero da Igreja a questão nem mesmo existia: pastores e leigos "eram um só coração e uma só alma". O Santo Padre apresenta esse exemplo de unidade à atenção dos muitos membros da Ação Católica – provenientes de 35 nações de 4 continentes –, que desde esta quarta-feira até o próximo sábado se encontram na referida cidade romena para a sexta plenária de seu Fórum internacional. Bento XVI ressalta com clareza que os leigos na Igreja são convidados a viver como protagonistas da missão eclesial, e, portanto, sendo "co-responsáveis" junto aos sacerdotes e não redimensionados a meros "colaboradores do clero". "Sintam como compromisso de vocês o empenho em atuar pela missão da Igreja: com a oração, com o estudo, com a participação ativa na vida eclesial, com um olhar atento e positivo para o mundo, na busca contínua dos sinais dos tempos." "Não se cansem de afinar sempre mais, com um sério e cotidiano empenho formativo, os aspectos da vocação peculiar de vocês de fiéis leigos, chamados a serem testemunhas corajosas e críveis em todos os âmbitos da sociedade", exorta o Pontífice. O Santo Padre reitera que os leigos, com a sua experiência, podem ajudar os pastores "a julgar com mais clareza e oportunidade" quer nas coisas do espírito, quer nas coisas do mundo. Mas justamente enquanto chamados na linha de frente a serem testemunhas do Evangelho, os leigos têm a responsabilidade de anunciá-lo com "linguagem e modos compreensíveis em nosso tempo": num modo que muda facilmente, esse é o "desafio da nova evangelização", escreve. E dirigindo sua reflexão para o empenho específico da Ação Católica, o Papa recorda que ela tem "como traço fundamental assumir a finalidade apostólica da Igreja em sua globalidade", em equilíbrio entre Igreja universal e Igreja local. "Assumam e partilhem as escolhas pastorais das dioceses e das paróquias favorecendo ocasiões de encontro e de sincera colaboração com os outros componentes da comunidade eclesial, criando relações de estima e de comunhão com os sacerdotes, em favor de uma comunidade viva, ministerial e missionária", exorta o Papa. "Cultivem autênticas relações pessoais com todos, a começar pela família, e ofereçam a disponibilidade de vocês à participação, em todos os níveis da vida social, cultural e política, buscando sempre o bem comum", acrescenta. "Nesta fase da história", e em sintonia com a história associativa de vocês, renovem o compromisso a "trilhar no caminho da santidade" e "à luz do Magistério social da Igreja, trabalhem também para ser sempre mais um laboratório de 'globalização da solidariedade e da caridade', para crescer, com a Igreja inteira, na co-responsabilidade de oferecer um futuro de esperança à humanidade, tendo também a coragem de formular propostas exigentes", conclui Bento XVI. FONTE: RÁDIO VATICANA/ssvpbrasil.org.br |
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
“Uma vergonha”, diz Dom Erwin sobre decisão do STF de soltar acusado da morte de irmã Dorothy
O ministro Marco Aurélio Melo, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu o pedido de habeas corpus, determinando a expedição de alvará de soltura para Regivaldo Pereira Galvão, condenado pelo Tribunal do Júri de Belém (PA) a 30 anos de reclusão pelo homicídio que vitimou a missionária Dorothy Stang. “Recebo essa informação com espanto”, declarou o bispo da prelazia do Xingu (PA), dom Erwin Krautler.
“Não posso admitir que seja esta a Justiça de nosso país. Que Deus tenha pena de todos nós”, afirma o bispo, que avalia que a decisão do STF desconsidera o que foi determinado pelo Tribunal de Júri do Pará. “Esta notícia envergonha a todos”.
Com a decisão do STF, o juiz de Altamira (PA) Raimundo Moisés Flexa, expediu o alvará de soltura. Regivaldo foi solto na tarde desta quarta-feira. Está marcado, para o próximo dia 3, o depoimento do policial federal Fernando Luiz Raiol, que recentemente protocolou documento em cartório, revelando fatos sobre o assassinato da missionária que poderão ensejar a reabertura do caso.
FONTE: CNBB/ssvpbrasil.org.br
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