quinta-feira, 10 de maio de 2012

Papa nomeia bispo auxiliar para o Rio de Janeiro


Na manhã desta quarta-feira, 05 de maio, o santo padre papa Bento XVI nomeou bispo titular de “Castel Mediano” e auxiliar em São Sebastião do Rio de Janeiro, o padre Roque Costa Souza, acolhendo ao pedido do arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, de poder contar com um bispo auxiliar. Sua ordenação episcopal está marcada para o dia 23 de junho de 2012, às 8h30, na Catedral Metropolitana de São Sebastião, no Rio de Janeiro.
Nascido em 1966, o início da caminhada vocacional do padre Roque Costa Souza se deu na sua paróquia de origem, em Santo Cristo dos Milagres quando entrou para o Seminário São José com apenas 10 anos de idade. Em 1985, passou a frequentar a Pastoral Vocacional da Arquidiocese, iniciando a caminhada vocacional no Seminário São José, no Grupo de Vocações Adultas (GVA). Participou de encontros vocacionais de algumas congregações e, em 1988, iniciou os estudos filosóficos, também, no Seminário São José.
Em 2002, quando era pároco da Igreja São João Batista e Nossa Senhora das Graças, em Realengo (RJ), foi chamado para o serviço de assistência militar, como capelão da Policia Militar. Após prestar concurso abraçou a função e, posteriormente, atendendo ao apelo do capelão da Marinha, padre Ubiratan, ingressou no pastoreio militar, com o argumento da necessidade da presença da Igreja junto à família militar.
Desde 2011, o Seminário Arquidiocesano São José, no Rio de Janeiro, está sob sua reitoria e, desde 2005, está na direção da Paróquia Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, onde desempenha outras funções ministeriais, quer no governo da arquidiocese, como capelão militar, ou na assistência espiritual de associações religiosas ligadas à família e ao carisma mariano.
Veja a mensagem de saudação escrita pelo arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta sobre a nomeação do novo bispo auxiliar.

Monsenhor Roque, nomeado bispo auxiliar do Rio
É com muita alegria que recebo hoje, dia 9 de maio de 2012, o anúncio de que a nossa Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro recebe mais um bispo auxiliar. Hoje é anunciado que o Papa Bento XVI nomeou o Côn. Roque Costa Souza, atualmente nosso reitor do Seminário Maior São José e Pároco da Paróquia Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, como Bispo titular de “Castel Mediano” e Auxiliar do Rio de Janeiro.
Agradeço ao Santo Padre, o Papa Bento XVI, porque, com esta nomeação, completa a presença de um bispo auxiliar por vicariato em nossa cidade. Cada bispo auxiliar em nossa arquidiocese tem também funções em toda a extensão e nas várias realidades humanas, além de seguir algumas pastorais mais de perto.
Louvo a Deus também pelo sim que, neste mês de Maria, o Cônego Roque pronunciou ao ser chamado pelo Espírito Santo através da Igreja para essa missão de apóstolo. Que o Senhor que o tem conduzido nestes anos em nossa caminhada arquidiocesana continue levando adiante, com muitos frutos, os passos iniciados nos primeiros momentos da formação em nosso seminário, onde se formou e estudou.
Caros irmãos e irmãs de nossa querida Arquidiocese: o Senhor nos concede, pelas mãos da Igreja, nomeado pelo Santo Padre, mais um sucessor dos apóstolos! Convido a todos para que se unam ainda mais nesses tempos de tantos belos sinais que Ele nos proporciona.
Nesses tempos de mudança de época, tantas contradições, ódios e violências, chamados a uma nova evangelização ao comemorarmos os 50 anos do início do Concílio Vaticano II, e iniciando o Ano da Fé ao comemorarmos 20 anos da promulgação do Catecismo da Igreja, nossos olhos agradecidos se voltam com esperança para o Senhor que nos brinda com mais esse auxiliar.
Cônego Roque Costa Souza nasceu aqui mesmo no Rio de Janeiro, aos 19 de agosto de 1966, quinto filho dos seis do casal Nelson e Maria José. Depois da formação em nosso Seminário foi ordenado sacerdote junto com dez outros companheiros no dia 18 de junho de 1994. Por escolha do agora nomeado Bispo Auxiliar de São Sebastião do Rio de Janeiro, a sua ordenação episcopal será no dia 23 de junho de 2012, sábado, na Catedral Metropolitana de São Sebastião, às 08h30min. Para este belo momento, desde já convido todos os nossos diocesanos para participarem com entusiasmo e alegria. Ele escolheu como lema de seu episcopado o texto bíblico “Habitare fratres in unum” que recorda sua vida dedicada a formar comunidade tanto nas paróquias como no seminário, assim como a busca de viver em unidade com a igreja arquidiocesana e universal.
Boa parte da vida do Côn. Roque ele passou na missão de formador: Prefeito e Reitor do então Seminário Menor São José; Vice-reitor e Reitor do Seminário Maior São José. Esteve também ligado ao trabalho com os sacerdotes, como Capelão da Irmandade São Pedro, Diretor Tesoureiro da Casa do Padre, Provedor e depois Procurador da Irmandade de São Pedro, além de membro do Conselho Presbiteral tanto da Arquidiocese do Rio de Janeiro como do Ordinariato Militar do Brasil, pois era também Capelão da Polícia Militar. Em maio do ano passado foi nomeado Cônego do Cabido Metropolitano. A sua experiência pastoral também foi grande nas várias missões que recebeu como Vigário Paroquial e Pároco: Paróquia Jesus Bom Pastor, Paróquia São Francisco de Assis, Paróquia São João Batista e Nossa Senhora das Graças e, até agora, Paróquia Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé. Também atuou pastoralmente com as Equipes de Nossa Senhora, vigário forâneo no Vicariato Urbano, na Federação das Congregações Marianas, e na Irmandade Nossa Senhora das Dores.
Agora, este nosso caro irmão vem unir-se aos demais Bispos Auxiliares de nossa Arquidiocese para servir ao povo de Deus como Apóstolo e Pastor. Une-se também aos Bispos do Brasil e do Mundo para levar adiante o anúncio do Reino de Deus e proclamar a todos a alegria do Cristo Ressuscitado, vivo, presente entre nós, como Salvador de todos e chamando a todos a uma nova vida.
Deus seja louvado por todos esses dons que nossa Arquidiocese recebe, e que todos esses dons nos ajudem a viver ainda mais a nossa caminhada na busca da santidade.
A Deus todo o louvor e glória!
Dom Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)
FONTE: CNBB/ssvpbrasil.org.br

quarta-feira, 9 de maio de 2012

'Caridade e Evangelização' de maio faz homenagem a Maria


No mês dedicado às mães, nada mais justo que uma homenagem a Maria, aquela que trouxe Jesus ao mundo. Para relembrá-la, o projeto 'Caridade e Evangelização' de maio traz uma homenagem à Virgem de Nazaré.
O projeto 'Caridade e Evangelização' é uma iniciativa da Comissão  Nacional de Jovens (CNJ), em parceria com a Assessoria Espiritual do Conselho Nacional do Brasil da Sociedade de São Vicente de Paulo (CNB/SSVP), que consiste na disponibilização de um roteiro de orações, que deve ser rezado nas reuniões vicentinas e junto aos assistidos.
Para baixar o material, CLIQUE AQUI!

FONTE: DA REDAÇÃO DO SSVPBRASIL

terça-feira, 8 de maio de 2012

Inscrições para o Encom devem ser feitas até sexta-feira (11)


O Departamento Nacional de Comunicação do Conselho Nacional do Brasil quer pormover um encontro inesquecível e que realmente possa transformar as vidas dos vicentinos e assistidos. Para isso, nesta etapa de organização, é importante que todos os participantes façam as inscrições até o dia 11 de maio, próxima sexta-feira.
Ainda nesta semana, o site do Encontro de Comunicação (Encom) - www.ssvpbrasil.org.br/encom - trará uma série de reportagens especiais, incluindo entrevista com o padre Gregory Gay (Superior Geral da Congregação da Missão), que fala sobre o papel das atividades comunicacionais para o desenvolvimento da Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP).
No último dia 27 de abril, foi expedida uma Carta Circular, contendo informações sobre o evento. BAIXE-A AQUI!

FONTE: DA REDAÇÃO DO SSVPBRASIL

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Sentar à janela



O jovem advogado, certo dia, deu-se conta de como as pequenas coisas são importantes na vida, e escreveu o seguinte:
Era criança quando, pela primeira vez, entrei em um avião. A ansiedade de  voar era enorme.
Eu queria me sentar ao lado da janela de qualquer jeito, acompanhar o vôo desde o primeiro momento e sentir o avião correndo na pista cada vez mais rápido até a decolagem.
Ao olhar pela janela via, sem palavras, o avião rompendo as nuvens, chegando ao céu azul. Tudo era novidade e fantasia.
Cresci, me formei, e comecei a trabalhar. No meu trabalho, desde o início, voar era uma necessidade constante.
As reuniões em outras cidades e a correria me obrigavam, às vezes, a estar em dois lugares num mesmo dia.
No início pedia sempre poltronas ao lado da janela, e, ainda com olhos de menino, fitava as nuvens, curtia a viagem, e nem me incomodava de esperar um pouco mais para sair do avião, pegar a bagagem, coisa e tal.
O tempo foi passando, a correria aumentando, e já não fazia questão de me sentar à janela, nem mesmo de ver as nuvens, o sol, as cidades abaixo, o mar ou qualquer paisagem que fosse.
Perdi o encanto. Pensava somente em chegar e sair, me acomodar rápido e sair rápido.
As poltronas do corredor agora eram exigência.
Mais fáceis para sair sem ter que esperar ninguém, sempre e sempre preocupado com a hora, com o compromisso, com tudo, menos com a viagem, com a paisagem, comigo mesmo.
Por um desses maravilhosos "acasos" do destino, estava eu louco para voltar de São Paulo numa tarde chuvosa, precisando chegar em Curitiba o mais rápido possível.
O vôo estava lotado e o único lugar disponível era uma janela, na última poltrona. Sem pensar concordei de imediato, peguei meu bilhete e fui para o embarque.
Embarquei no avião, me acomodei na poltrona indicada:
a janela. Janela que há muito eu não via, ou melhor, pela qual já não me preocupava em olhar.
E, num rompante, assim que o avião decolou lembrei-me da primeira vez que voara. Senti novamente e estranhamente aquela ansiedade, aquele frio na barriga. Olhava o avião rompendo as nuvens escuras até que, tendo passado pela chuva, apareceu o céu.
Era de um azul tão lindo como jamais tinha visto. E também o sol, que brilhava como se tivesse acabado de nascer.
Naquele instante, em que voltei a ser criança, percebi que estava deixando de viver um pouco a cada viagem em que desprezava aquela vista.
Pensei comigo mesmo: será que em relação às outras coisas da minha vida eu também não havia deixado de me sentar à janela, como, por exemplo, olhar pela janela das minhas amizades, do meu casamento, do meu trabalho e convívio pessoal?
Creio que aos poucos, e mesmo sem perceber, deixamos de olhar pela janela da nossa vida.
A vida também é uma viagem e se não nos sentarmos à janela, perdemos o que há de melhor: as paisagens, que são nossos amores, alegrias, tristezas, enfim, tudo o que nos mantém vivos.
Se viajarmos somente na poltrona do corredor, com pressa de chegar, sabe-se lá aonde, perderemos a oportunidade de apreciar as belezas que a viagem nos oferece.
Ademais, pode ser que ao descer do avião da vida já não encontremos ninguém a nossa espera.
Pense nisso!
Se você também está num ritmo acelerado, pedindo sempre poltronas do corredor, para embarcar e desembarcar rápido e "ganhar tempo", pare um pouco e reflita sobre aonde você quer chegar.
A aeronave da nossa existência voa célere e a duração da viagem não é anunciada pelo comandante.
Não sabemos quanto tempo ainda nos resta. Por essa razão, vale a pena sentar próximo da janela para não perder nenhum detalhe.
Afinal, "a vida, a felicidade e a paz são caminhos e não destinos".
Pense nisso, mas pense agora.

Fonte: Site Catequisar.com.br

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Amigo fiel


Ruth, olhou em sua caixa de correio, mas só havia uma carta. Pegou-a
e olhou-a
antes de abri-la. Mas logo parou, para observar com mais
atenção. Não havia selo nem marcas do correio, somente seu nome e
endereço.
Ela decidiu ler a carta: "Querida Ruth. Estarei próximo de sua
casa, no
sábado à tarde, e passarei para visitá-la. Com amor,
Jesus." As mãos da mulher tremiam quando colocou a carta sobre a
mesa.
"Porque o Senhor vai querer visitar-me? Não sou ninguém
especial, não
tenho nada para oferecer-lhe..." - pensou. Preocupada, Ruth
recordou o vazio
reinante nas estantes de sua cozinha. "Ai, não!, não tenho nada
para oferecer-lhe.
Terei que ir ao mercado e comprar alguma coisa para o jantar. "
Ruth abriu
a carteira e colocou o conteúdo sobre a mesa: US 5,40. "Bom,
comprarei pão
e alguma outra coisa, pelo menos." Ruth colocou um a brigo e se
apressou
em sair. Um pão francês, um pouco de peru e uma caixa de leite...
Ruth ficou
somente com US 0,12 que deveriam durar até a segunda-feira. Mesmo
assim,
sentiu-se bem e saiu a caminho de casa, com sua humilde compra
debaixo de
um dos braços. - Olá, senhora, pode nos ajudar? Ruth estava tão
distraída
pensando no jantar, que não viu as duas pessoas que estavam de pé no
corredor.
Um homem e uma mulher, os dois vestidos com pouco mais que farrapos.
- Olhe,
senhora, não tenho emprego.
Minha mulher e eu temos vivido ali fora na rua. Bom, está fazendo
frio e
estamos sentindo fome. Se a senhora pudesse nos ajudar, ficaríamos
muito
agradecidos... Ruth olhou para eles com mais cuidado. Estavam sujos e
tinham
mal cheiro e, francamente, ela estava segura de que eles poderiam
conseguir
algum emprego se realmente quisessem. - Senhor, eu queria ajudar, mas
eu
mesma sou uma mulher pobre. Tudo que tenho são umas fatias de pão,
mas receberei
um hóspede importante para esta noite e planejava servir isso a Ele.
- Sim,
bom, sim senhora, entendo...De qualquer maneira, obrigado - respondeu
o
homem. O pobre homem colocou o braço em volta dos ombros da mulher, e
os
dois se dirigiram para a saída. Ao vê-los saindo, Ruth sentiu um
forte pulsar
em seu coração. - Senhor, espere! O casal parou e voltou à medida que
Ruth
corria para eles e os alcançava na rua - Olhem, querem aceitar este
lanche?
Conseguirei algo para servir ao meu convidado - dizia Ruth, enquanto
estendia
a mão, com o pacote do lanche. - Obrigado, senhora, muito obrigado. -
Obrigada,
disse a mulher. Foi aí que Ruth pôde perceber que a mulher tremia de
frio.
- Sabe, tenho outro casaco em minha casa, tome este - ofereceu Ruth.
Ela
desabotoou o próprio casaco e o colocou sobre os ombros da mulher.
Sorrindo,
voltou a caminho de casa... sem casaco e sem nada para servir a
seu convidado. - Obrigado, senhora, muito obrigado - despediu-se,
agradecido,
o casal Ruth estava tremendo de frio quando chegou à porta de casa.
Agora
não tinha nada para oferecer ao Senhor. Procurou a chave rapidamente
na
bolsa, enquanto notava outra carta na caixa de correio. "Que
raro, o carteiro
nunca vem duas vezes em um dia" - pensou. Ela então apanhou a
carta e abriu-a:
"Querida Ruth. Foi bom vê-la novamente. Obrigado pelo delicioso
lanche e
pelo esplêndido casaco. Com amor,
Jesus."

Fonte: Site Catequisar.com.br

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Segredo - A vida é bela



Hei!! Psiu!!

Vou contar um segredo....que a mim confiaram...mas é um segredo que pode ser contado.....é o Segredo da Vida!!!!
vamos lá?!! preste bem atenção...não perca nenhum detalhe tá??? !!!

"Todos os dias,
quando você acorda e abre
os olhos pela manhã,
você ganha o maior de todos os prêmios
já oferecido ao ser humano,
você novamente inicia um novo dia. Muitos não têm mais essa oportunidade.
Vamos viver esse dia que se inicia com toda intensidade e otimismo.
Vamos iniciá-lo sorrindo.
Mire-se no espelho e dê um belo.

" Boooommm Diaaaa!
A pessoa mais importante desse universo, é você !
Se você não se amar,
não será capaz de amar ninguém.
Se você não se ajudar,
não poderá ajudar ninguém.
Uma pessoa com auto-estima baixa,
em que poderá contribuir?
Dois sacos vazios não param em pé.

Dê um forte abraço em você mesmo.
Você é único no universo.
Repare! Você está vivo,
venceu mais um dia!

É isso que importa,
iniciar mais um novo dia.
Fazer desse dia o seu melhor dia,
só depende de você.
O sorriso contagia e não lhe custa nada.
Sorria para seus filhos,
para sua esposa ou esposo,
para seus pais e para todos aqueles que convivem com você.
Se você franzir a testa, você contrairá 60 músculos,
mas para sorrir, apenas 16.
Ao menos por economia,
sorria sempre!
Pronto!
Você começou o dia com otimismo,
sua mente está aberta para tirar desse
dia tudo que ele possa lhe oferecer de bom.
Procure somente o positivo em tudo que você fizer, esqueça do negativo.
O positivo sempre estará em todas as suas ações, basta você querer encontrá-lo.
Liste suas tarefas de hoje,
somente as de hoje,
e esqueça as de ontem,
elas já são passado.
Deixe de lado as do amanhã,
até que ele se torne hoje.
O dia tem vinte e quatro horas,
divida-o em três partes:
oito horas para o sono,
oito horas para o trabalho
e oito horas para o seu relax
e de sua família.
Tenha tempo para os seus filhos,
antes que você necessite do tempo deles.
Tenha tempo para sua esposa ou esposo, para que desfrutem da vida, enquanto vida tiverem, mas não se esqueça de reservar um tempinho para sua meditação.
Esse é o segredo da vida, não o guarde com sete chaves, passe-o para todos seus amigos, pois só assim, difundiremos pelos quatro cantos que a vida é bela e merece ser vivida."
Mensagem enviada por: Joilta para o site catequisar.com.br

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Dicas litúrgicas divulgadas pela Congregação da Missão


A Província Brasileira da Congregação da Missão divulgou as dicas litúrgicas do mês de maio para auxiliar na reflexão do Evangelho. O site SSVPBRASIL divulga o material para colaborar na formação dos vicentinos.

06 de Maio – 5º Domingo da Páscoa (Ano B)
O Evangelho traz a videira como modelo da comunidade dos discípulos de Jesus (Igreja). Todos estamos ligados ao Ressuscitado e, por isso, somos membros uns dos outros, corresponsáveis e comprometidos com todas as causas do mundo. A Igreja, como comunidade dos remidos, é necessária à salvação. A experiência de ressurreição, nós a fazemos no interior da comunidade cristã, como Paulo (1ª leitura), que, assim que se converteu, vai fazendo aos poucos a experiência do seguimento nas comunidades cristãs. Não podemos apenas nos dizer cristãos; é preciso agir como tal. Na comunidade, encontramos este espaço de vivência real da fé (2ª leitura). Sugestões: Preparar o ambiente com uma árvore, que pode ter plaquinhas com os nomes das pastorais e movimentos da comunidade. Cada um poderia receber um fruto (de papel) no início da missa e colocar nele seu nome. Depois da homilia ou na hora da apresentação das ofertas, todos poderiam colocar nessa árvore os tais frutos, como atitude de compromisso com a comunidade.
13 de Maio – 6º Domingo da Páscoa (Ano B)
A liturgia deste domingo está centrada no amor (2ª leitura e Evangelho), dom do próprio Ressuscitado e fonte de vida para o mundo, que deve encontrar na Igreja espaço disponível para se estender a todos os povos (1ª leitura). O Ressuscitado, modelo do verdadeiro amor, porque ama por primeiro, convoca seus “amigos” para estarem unidos a ele e, assim, amar com amor divino. Sugestões: Usar símbolos do amor, como o coração. Um grande coração, simbolizando Deus, e outros menores, ligados a ele, simbolizando a comunidade. Poderiam entrar depois do Evangelho, deixando as pessoas fazerem livremente algum comentário. Ou com a Bíblia. Lembrancinhas poderiam ser distribuídas no início da celebração, enfatizando o tema da liturgia. Poderia haver uma oração pela unidade da Igreja nessas lembrancinhas.
20 de Maio – Solenidade da Ascensão do Senhor (Ano B)
A liturgia da Ascensão aponta para dois pensamentos: 1) A conclusão do tempo da Ressurreição, levada à plenitude pela entronização de Jesus ao lado do Pai (2ª leitura); 2) A missão dos discípulos, verdadeiros continuadores da missão de Jesus (1ª leitura e Evangelho). Os textos mostram a cena da Ascensão sempre com o chamado para que os discípulos fiquem atentos à realidade, ao mundo em que vivem. Sugestões: Após a homilia, retirar o Círio Pascal da Igreja. Enquanto o Círio sai, as pessoas poderiam acender suas velas nele, simbolizando a continuidade da missão de Jesus pela Igreja. Um mural pode ser feito com os nomes das Igrejas e Religiões do local, especialmente aquelas que estão no diálogo com a Igreja Católica, para lembrar o início da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. O Círio pode ser colocado neste mural.
27 de Maio – Solenidade de Pentecostes (Ano B)
A liturgia fala da vinda do Espírito Santo (1ª leitura), como primeiro dom do Ressuscitado (Evangelho), sobre a comunidade dos discípulos, formando-a na unidade da fé e no serviço dos carismas (2ª leitura). O Espírito, vindo sobre os fiéis, gera comunhão e unidade em torno do Evangelho de Jesus. Da mesma forma, coloca os discípulos em estado de missão e de serviço ao próximo. Sugestões: Fazer a entrada solene do Círio Pascal, acendendo sete velas, lembrando os dons do Espírito Santo. Uma bandeira com a imagem do Divino também poderia acompanhar a entrada do Círio. Isso pode ser no início da celebração ou na hora do canto da sequência de Pentecostes. A Bíblia podia entrar com um globo terrestre, mostrando que o Espírito quer falar a todos os povos.
Fonte: Site do ssvpbrasil.org.br